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Dra. Yanaisa Fornaris Preval de Paula Pinto

Pediatra

Cerqueira César
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Informações sobre mim

Boas-vindas

Dra. Yanaisa Fornaris Preval De Paula Pinto, graduada em Medicina pela Universidade de Medicina da Havana em 2002 .Titulo de Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Especialização Em Urgências /Emergências Pediátricas, Especialização em Psiquiatria Infantil/ Saúde Integral da Infância é Adolescência / Autismo Infantil . Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria.
CRM:221163/SP
RQE:122133

Principais tratamentos

** Consulta Pediátrica Pré - Natal .
**Puericultura.
**Introdução Alimentar.
** TEA .
** Apoio a Amamentação.Introdução Alimentar.
** Vacinação Infantil.
**Desenvolvimento psicomotor.

Outros serviços

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Mais sobre mim

* Visão Integrativa da Pediatria .
* Experiencia de Trabalho como Médica em vários países de América Latina / Caribe: Cuba/ Venezuela/ Equador/ Brasil.
* Além da Formação como Pediatria , posou Outras especializações, que me permitem ter um olhar diferenciado para cada criança, de acorda com as peculiaridades da família, médio ambiente, como um todo.
* Te ajudo a entender , que muitos diagnósticos não significam uma sentença, é se outra forma de enxergar a vida, com esperança é amor para nossas crianças. Todo Depende de Nós "

Especialidades
  • Psiquiatria da Infância e Adolescência
  • Emergências Pediátricas
  • Pediatria geral
Número de registro
  • CRM SP 221163
  • RQE Nº: 122133
Formação
  • GRADUADA EM MEDICINA PELA UNIVERSIDADE DE MEDICINA DA HAVANA 2002
  • ESPECIALISTA DE PRIMEIRO GRAU EM MEDICINA GERAL INTEGRAL E PEDIATRIA PELA UNIVERSIDADE DE MEDICINA DA HAVANA
  • REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS BELO HORIZONTE.
  • TITULO DE ESPECIALISTA EM PEDIATRIA PELA SBP/AMB
  • PÓS-GRADUAÇÃO EM PSQUIATRIA INFANTIL/ SAÚDE INTEGRAL DA CRAINÇA É ADOLESCENTE PELA UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU /IBCMED .
  • PÓS-GRADUAÇÃO EM URGENCIA E EMERGENCIAS PEDIATRICAS PELA UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU /IBCMED
  • TITULO DE ESPECIALISTA EM PEDIATRIA PELA SBP/AMB
  • TITULO DE ESPECIALISTA EM MEDICINA DA FAMILIA É COMUNIDADE PELA UNIFESP
Idiomas
  • Espanhol
  • Inglês
  • Português
Certificados
Prêmios
  • Titulo de Especialista Em Pediatria pela SBP.
Publicações
  • Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Naysa Gabrielly Alves de Andrade¹, Ana Carolina Oliveira¹, Ana Luyza Fortunato de Oliveira¹, Bhrisa Avlis Ferraz¹, Eduarda Aparecida Ferreira Pinheiro¹, Eloísa Corrêa Damacena¹, Guilherme Henrique Pereira Franco Martins¹, Marcelo Henrique Ferlin Teixeira¹, Maria Fernanda Nagamine¹, Nicole Jorge Teixeira¹, Poliana de Lima Silvestrin¹, Thallyta Ferreira Silva¹ REVISÃO DE LITERATURA RESUMO Introdução: A Bronquiolite Viral Aguda (BVA) é uma infecção respiratória viral comum na infância, afetando principalmente lactentes menores de 2 anos. Causada majoritariamente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) em até 90% dos casos, a BVA resulta em inflamação e obstrução das vias aéreas menores, manifestando-se por tosse, sibilância e dificuldade respiratória. A doença é especialmente perigosa para prematuros, crianças com doenças cardíacas congênitas ou imunodeficiências, com até 30% necessitando de hospitalização, impactando significativamente os sistemas de saúde e a qualidade de vida das famílias. Método: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura em junho de 2024, utilizando bases de dados como PubMed/Medline e SciELO. Os descritores "bronquiolite", "infecção respiratória", "vírus" e "lactente" foram combinados com operadores booleanos "AND" e "OR". Critérios de inclusão envolveram pesquisas de 2004 a 2024, nos idiomas inglês, português e espanhol. Excluíram-se relatos de caso, artigos duplicados ou não pertinentes. Foram analisados 18 artigos científicos e capítulos do "Tratado de Pediatria" da Sociedade Brasileira de Pediatria (2017). Resultados: A bronquiolite é definida como inflamação dos bronquíolos, com diretrizes variando entre a Academia Americana de Pediatria e as europeias. Afeta mais de um terço das crianças nos primeiros dois anos de vida, com até 10% hospitalizadas. O VSR é responsável por até 75% dos casos, seguido por rinovírus e outros vírus respiratórios. A bronquiolite exibe sazonalidade, com fatores de risco como idade menor de 6 semanas, prematuridade, imunodeficiência e cardiopatia congênita. Caracteriza-se por inflamação, aumento de muco, necrose e edema das vias aéreas. O VSR, transmitido por inalação de partículas infectadas, provoca necrose epitelial e obstrução das vias aéreas, levando a hiperinsuflação e atelectasia. Estudos sugerem associação entre infecção por VSR e aumento da incidência de asma em anos posteriores.Inicia-se com sintomas de infecção das vias aéreas superiores, evoluindo para dificuldade respiratória, sibilos, taquicardia e taquipneia. Casos graves necessitam de hospitalização. Diagnóstico diferencial é essencial, diferenciando-se de asma, pneumonia bacteriana e outras Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. condições. O tratamento é predominantemente de suporte, com hidratação e monitoramento dos sinais de alerta. Em 2013, o uso do anticorpo monoclonal palivizumabe foi aprovado para profilaxia em grupos de risco. A solução salina hipertônica por nebulização mostrou eficácia em casos leves a moderados. O uso indiscriminado de corticóides e broncodilatadores não é recomendado. Conclusão: A BVA é uma condição prevalente e significativa para internações pediátricas, com o VSR como principal agente etiológico. O tratamento é majoritariamente de suporte, com profilaxia específica para grupos de risco. A revisão destaca a importância de abordagens clínicas adequadas e prevenção para manejo eficaz da BVA. . Palavras-chave: Bronquiolite Viral Aguda; Lactentes; Saúde Infantil Acute Viral Bronchiolitis: A Complete Overview of Definition, Epidemiology, Pathophysiology, Symptoms, Treatment and Outcome ABSTRACT Introduction: Acute Viral Bronchiolitis (AVB) is a common viral respiratory infection in childhood, primarily affecting infants under 2 years of age. Predominantly caused by the Respiratory Syncytial Virus (RSV) in up to 90% of cases, AVB results in inflammation and obstruction of the smaller airways, manifesting as cough, wheezing, and respiratory difficulty. The disease is particularly dangerous for premature infants, children with congenital heart diseases, or immunodeficiencies, with up to 30% requiring hospitalization, significantly impacting healthcare systems and the quality of life of families. Method: An integrative literature review was conducted in June 2024 using databases such as PubMed/Medline and SciELO. The descriptors "bronchiolitis," "respiratory infection," "virus," and "infant" were combined with the boolean operators "AND" and "OR". Inclusion criteria involved research from 2004 to 2024 in English, Portuguese, and Spanish. Case reports, duplicate articles, or non-pertinent studies were excluded. Eighteen scientific articles and chapters from the "Tratado de Pediatria" by the Brazilian Society of Pediatrics (2017) were analyzed. Results: Bronchiolitis is defined as inflammation of the bronchioles, with guidelines varying between the American Academy of Pediatrics and European directives. It affects over one-third of children in their first two years of life, with up to 10% hospitalized. RSV is responsible for up to 75% of cases, followed by rhinovirus and other respiratory viruses. Bronchiolitis shows seasonality, with risk factors such as age under 6 weeks, prematurity, immunodeficiency, and congenital heart disease. It is characterized by inflammation, increased mucus production, necrosis, and airway edema. RSV, transmitted through inhalation of infected particles, causes epithelial necrosis and airway obstruction, leading to hyperinflation and atelectasis. Studies suggest an association between RSV infection and increased incidence of asthma in subsequent years. Initial symptoms include upper respiratory infection, progressing to respiratory difficulty, wheezing, tachycardia, and tachypnea. Severe cases require hospitalization. Differential diagnosis Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. is essential, distinguishing from asthma, bacterial pneumonia, and other conditions. Treatment is predominantly supportive, with hydration and monitoring for warning signs. In 2013, the monoclonal antibody palivizumab was approved for prophylaxis in high-risk groups. Hypertonic saline nebulization showed efficacy in mild to moderate cases. The indiscriminate use of corticosteroids and bronchodilators is not recommended. Conclusion: AVB is a prevalent condition significant for pediatric hospitalizations, with RSV as the primary etiologic agent. Treatment is mainly supportive, with specific prophylaxis for high-risk groups. The review highlights the importance of appropriate clinical approaches and prevention for effective AVB management. Keywords: Acute Viral Bronchiolitis; Infants; Child Health This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License. Instituição afiliada – Universidade de Rio Verde¹ Dados da publicação: Artigo recebido em 04 de Junho e publicado em 24 de Julho de 2024. DOI: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n7p2430-2... Autor correspondente: Naysa Gabrielly Alves de Andrade naysagabriellya@gmail.com Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. INTRODUÇÃO A Bronquiolite Viral Aguda (BVA) se configura como uma infecção respiratória viral comum e frequentemente grave na infância, afetando principalmente lactentes menores de 2 anos de idade. Causada por diversos vírus respiratórios, com destaque para o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) em 50-90% dos casos, a BVA se caracteriza por inflamação e obstrução das vias aéreas menores, resultando em sintomas como tosse, sibilância, dificuldade respiratória e, em casos mais graves, hipoxemia. Embora a BVA geralmente se resolva espontaneamente, pode representar um risco significativo à saúde infantil, especialmente em prematuros, crianças com doenças cardíacas congênitas ou imunodeficiências. Estima-se que até 30% dos lactentes com BVA necessitem de internação hospitalar, gerando custos consideráveis aos sistemas de saúde e impacto na qualidade de vida das famílias. Este artigo científico propõe explorar os avanços mais recentes na pesquisa sobre BVA nos últimos 5 anos, com o objetivo de fornecer uma visão abrangente e atualizada da doença. Abordaremos os aspectos epidemiológicos, fisiopatológicos, clínicos, terapêuticos e prognósticos da BVA, destacando as implicações práticas para o manejo da doença e a promoção da saúde infantil METODOLOGIA Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada em junho de 2024, por meio de pesquisas nas bases de dados: PubMed/Medline e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Foram utilizados os seguintes descritores em saúde: “bronquiolite”, “infecção respiratória”, “vírus” e “lactente", em diferentes combinações dos operadores booleanos “AND” e “OR”. Como critério de inclusão, foram utilizadas as pesquisas mais atuais, entre os anos de 2004 e 2024, e artigos nos idiomas inglês, português e espanhol. Os critérios de exclusão foram: relatos de caso, artigos duplicados, artigos que não estavam em conformidade com o tema e estudos que não atendiam aos demais critérios de seleção. Após a análise criteriosa, foram explorados Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. 17 artigos científicos neste trabalho. Além disso, a revisão incluiu a consulta em capítulos do "Tratado de Pediatria", edição de 2017, da Sociedade Brasileira de Pediatria. RESULTADOS 1. Definição Em sua definição mais ampla, a bronquiolite é a inflamação dos bronquíolos, mas as diretrizes da Academia Americana de Pediatria (AAP) definem a bronquiolite como um pródromo viral de infecção do trato respiratório superior seguido de esforço respiratório e sibilância em crianças menores de 2 anos de idade. Estima-se que nos primeiros dois anos de vida, mais de um terço das crianças desenvolverá bronquiolite. Destes, uma em cada 10 crianças serão hospitalizadas (BARON, et al, 2016). No entanto, a BVA tende a possuir um curso autolimitado, apresentando a piora dos sinais e sintomas nos primeiros 5 dias, melhorando gradualmente após esse período (HEIKKILÄ, et al, 2016). A definição de BVA é controversa entres as academias europeia e americana. Os guidelines europeus definem como presença de esforço respiratório em menores de 1 ano e americanos, como primeiro evento de sibilância no menor de 2 anos precedido de sintomas de coriza e espirros, sendo essa a classificação a mais utilizada (JARTTI, et al, 2019). 2. Epidemiologia A bronquiolite viral aguda (BVA) é a principal causa de internações hospitalares entre bebês em países desenvolvidos e em desenvolvimento e está associada ao aumento da morbidade e do custo do tratamento. A prevalência pode variar de 18 a 32% no primeiro ano e de 9 a 17% no segundo ano de vida. (ANGURANA, et al, 2020) O vírus sincicial respiratório (VSR) é o responsável por até 75% dos casos, seguido pelo rinovírus, pelos vírus parainfluenza e, menos frequentemente, pelos vírus influenza, adenovírus e metapneumovírus. A coinfecção viral por dois ou mais vírus é comum. A bronquiolite é uma infecção com padrão típico de sazonalidade, sendo possível a reinfecção numa mesma época sazonal. A permanência em espaços fechados, associado a fatores relacionados com o clima, como a inalação de ar frio e seco que podem prejudicar a função ciliar e a inibição de respostas antivirais dependentes da Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. temperatura, podem influenciar a transmissão e a gravidade da doença. Os fatores de risco para maior gravidade da bronquiolite aguda resumem-se na tabela 1. (LIMA, 2021) Fatores de risco: Idade < 6 semanas Pré termo (principalmente os de IG < 32 semanas) Imunodeficiência Cardiopatia congênita com repercussão hemodinâmica Doença respiratória crônica (p. e. displasia broncopulmonar) Doença neuromuscular Fibrose cística Malformações da via aérea Tabela 1. Fatores de risco para maior gravidade da bronquiolite aguda Como o diagnóstico no nosso meio é estabelecido em bases clínico-radiológicas, há alguma dificuldade em firmar um conhecimento exato da distribuição da doença na população. A mortalidade das crianças hospitalizadas por BVA varia de 1%, naquelas previamente hígidas, a 3,5%, nas crianças com história prévia de doenças cardíacas, displasia broncopulmonar, prematuridade e imunodeficiências. As infecções bacterianas secundárias podem aumentar a morbidade e a mortalidade por BVA (AMANTÉA, 2017) 3. Fisiopatologia Sobre a fisiopatologia da doença, na bronquiolite ocorre uma extensa inflamação, aumento da produção de muco, necrose e edema das vias aéreas, provocando um grande risco de obstrução mecânica dessas vias. A bronquiolite aguda de etiologia viral é uma doença com alta incidência em populações pediátricas, principalmente em menores de 1 ano de vida (Virgili et al, 2024). Sendo o principal causador dessa enfermidade nessa faixa etária o vírus sincicial respiratório (VSR), acompanhado também por outros agentes como rinovírus e coronavírus (Hon et al, 2023). Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. O VSR é transmitido pela inalação de partículas infectadas, e é no epitélio nasal que esse vírus irá replicar-se, provocando a necrose epitelial e a destruição ciliar, desencadeando uma resposta inflamatória, reduzindo o lúmen dos bronquíolos e prejudicando a função ciliar, eventos que resultam na retenção de ar, manifestando-se com hiperinsuflação e atelectasia. Em alguns estudos sobre o VSR nessa faixa etária, demonstraram aumento da incidência de asma em anos posteriores a essa infecção (Liu et al, 2021), assim como em infecções pelo rinovírus (Mikhail; Grayson, 2019). Tendo o rinovírus maiores taxas de dermatites e eosinofilia, entretanto, saturações de oxigênio melhores (Korppi et al, 2004). McCall MN, em um estudo genético sobre fatores associados ao aumento da gravidade do VSR, encontrou uma alteração significativa entre Linfócitos T 17 e Linfócitos B, com desregulação do sistema imune em geral. Vírus o qual possui como tratamento somente suporte para sintomas e correção de parâmetros metabólicos. Porém, surgiram nos últimos anos uma vacina que aparenta ter boa eficácia em sua prevenção (Karron et al, 2021) com bons resultados e uma grande expectativa em contê- ló. Dessa maneira, destaca-se a importância em distinguir as duas etiologias virais, assim como demonstrado no estudo de Jartti T, Smits HH, em Janeiro de 2019, sobre os agentes virais e seus tratamentos relacionados a alergia, pois uma das infecções virais não possui tratamento resolutivo, como anteriormente citado, e pacientes com o rinovírus podem ter melhoras com a administração de corticoides, por exemplo. 4. Manifestações Clínicas As manifestações clínicas da Bronquiolite Viral Aguda se apresentam inicialmente com características de infecções de vias aéreas superiores, como congestão nasal, febre e tosse. Durante o curso da doença, geralmente após o 4º dia, os sintomas evoluem progressivamente e tendem a agravar a dificuldade respiratória, com tosse produtiva e hipertermia (PEIXOTO, 2023). Quanto à sintomatologia da doença, o principal sinal clínico é a presença de sibilos. Além disso, os pacientes podem apresentar taquicardia, taquipneia, timpanismo Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. à percussão torácica e saturação de oxigênio baixa. Nos casos mais graves nota-se letargia, retrações torácicas e insuficiência respiratória, momento em que complicações podem surgir, necessitando de hospitalização e procedimentos invasivos (PEIXOTO, 2023). A BVA acomete principalmente lactentes de até 2 anos de idade, representando, assim, a principal causa de hospitalização nos primeiros anos de vida, com incidência maior em lactentes menores de seis meses de vida. Nessa fase, a internação hospitalar para tratamento de quadros respiratórios evita comorbidades futuras por interromper a evolução da doença para outras complicações, como asma (BEZERRA, 2018). Existem alguns fatores que aumentam o risco de bronquiolite como a prematuridade, cardiopatias, pneumopatias, imunodeficiência e distúrbios no sistema nervoso. Além disso, é importante ressaltar a importância de se analisar minuciosamente os sinais e sintomas apresentados pelo RN, uma vez que o diagnóstico é clínico, sendo importante em alguns casos realizar hemograma para afastar infecção bacteriana e radiografia de tórax; porém esses exames servem apenas para afastar a probabilidade de outros quadros, não sendo critérios para o diagnóstico de bronquiolite (LIMA,2021). Como o diagnóstico de bronquiolite é basicamente clínico, é importante atentar- se aos diagnósticos diferenciais, uma vez que a apresentação dessa doença pode ser atípica, ou seja, com ausência de sintomas respiratórios superiores. Diante disso, é de suma importância excluir a probabilidade de asma, pneumonia bacteriana, fibrose cística e até mesmo refluxo gastroesofágico (LIMA, 2021). 5. Tratamento Quanto ao tratamento da bronquiolite, não há tratamento medicamentoso específico e, já que, na maioria dos casos, apresenta evolução benigna (autolimitada) e evoluem para cura. Geralmente, o tratamento pode ser realizado em casa, denominado tratamento de suporte. Além disso, deve-se orientar aos pais quais são os sinais de comprometimento do estado geral do paciente, com o acompanhamento da febre, observação do padrão respiratório e comprometimento do Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. nível de consciência, devendo ser levada à avaliação médica imediatamente. Também, é importante manter a criança hidratada e nutrida, conforme aceitação. (BRASIL, 2024). Quanto ao tratamento domiciliar, deve-se orientar a respeito da higienização das mãos, manter alimentação normal de acordo com a idade da criança, permanecer com a amamentação, lavagem nasal, evitar tabagismo passivo, orientar aos pais quanto aos sinais de alerta e reavaliação médica em casos de dúvidas. O tratamento de suporte consiste na hidratação, sucção das vias aéreas superiores e fisioterapia respiratória. A oxigenoterapia é recomendada quando a saturação fica abaixo de 90%, indicando-se uso de cânula nasal de alto fluxo (1 - 2 L/min) com umidificação (BRASIL, 2017). Em 2013, foi aprovado pelo Ministério da Saúde (MS) o uso do anticorpo monoclonal IgG1 humanizado - o palivizumabe - utilizado na profilaxia da bronquiolite viral aguda (BVA), porém não sendo indicado para todos os pacientes pediátrico. Sendo assim, tem-se a indicação para crianças menores de 1 ano, com idade gestacional menor de 29 semanas; crianças menores de 2 anos, portadoras de doença pulmonar crônica da prematuridade ou cardiopatia congênita com repercussão hemodinâmica. A dose recomendada do palivizumabe é de 15 mg/kg, uma vez por mês e por no máximo 5 doses, sendo essas administradas no período de sazonalidade, de acordo com cada região brasileira, principalmente no período compreendido entre as estações de outono-inverno, sendo necessário administrar a primeira dose um mês antes dessa sazonalidade. (SPSP, 2017). Outra forma de manejo autorizada pela Academia Americana de Pediatria (AAP), mas ainda em avaliação de evidências, é a administração de solução salina hipertônica por nebulização. Essa abordagem, também conhecida como inalação hipertônica, possui grande eficácia no tratamento de diversas doenças respiratórias, dentre elas a bronquiolite. O seu mecanismo de ação se dá pela redução do edema das vias aéreas e otimização da liberação do muco pela diminuição de sua viscosidade. A administração da solução salina hipertônica a 3% está reservada para os casos leves a moderados, sendo utilizados 4 ml a cada 2 horas durante a fase inicial do atendimento hospitalar e, posteriormente a cada 4 a 6 horas, por pelo menos 24 horas para que a medicação alcance seus efeitos benéficos (PRADO, 2019). Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. Com relação aos efeitos adversos, não houve relatos nos pacientes pelo uso da solução com maior pressão osmótica. Apesar de haver inúmeras evidências sobre a redução da taxa de internação com o uso da terapêutica nos casos leves, nem todos os pacientes se beneficiam da mesma. Desse modo, não deve ser realizado o uso indiscriminado da inalação hipertônica na bronquiolite viral aguda, especialmente em dose única ou de urgência (DALL'OLIO, et al., 2021). No que se refere ao uso de corticóides e broncodilatadores, é importante ressaltar que, apesar de atuarem no edema e na broncoconstrição, não são recomendados para o uso de rotina na bronquiolite, devido a ausência de comprovação científica de sua eficácia na fisiopatologia da doença, a qual, em diversos casos, é confundida com a da asma (DALL'OLIO, et al., 2021). Nessas situações, torna-se essencial a avaliação do quadro clínico e o reconhecimento de suas respectivas etiologias e mecanismos fisiopatológicos, de modo a evitar a administração desnecessária dessas medicações, bem como a instauração de seus efeitos adversos, especialmente nos lactentes. 6. Prognóstico A bronquiolite aguda é habitualmente uma doença autolimitada e com prognóstico favorável na maioria dos doentes. Os doentes são geralmente tratados em ambulatório. A taxa de mortalidade é de 0,2-7% em crianças hospitalizadas e de 2-3% em crianças internadas na UCl. É necessário avaliar os fatores de risco, a fase e gravidade da doença, assim como a facilidade de acesso aos cuidados de saúde para diminuir o risco. A maioria das crianças com bronquiolite aguda, independentemente da gravidade da doença, recuperam-se sem sequelas. O curso natural desta doença, habitualmente, varia entre sete a dez dias, mas algumas crianças permanecem doentes por semanas. CONSIDERAÇÕES FINAIS Diante disso, este estudo evidencia a bronquiolite como uma condição viral frequente em crianças com menos de 2 anos, significativa para internações hospitalares Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. e morbidade. Destaca-se o vírus sincicial respiratório (VSR) como principal agente etiológico, com influência dos fatores ambientais, como clima e temperatura, na propagação e gravidade da doença. A fisiopatologia envolve o risco de obstrução das vias aéreas devido ao acúmulo de muco e necrose tecidual, manifestando sintomas como sibilos, taquicardia, taquipnéia, diminuição da saturação de oxigênio e timpanismo à percussão torácica. Contudo, é crucial ressaltar a abordagem diagnóstica clínica e a importância do diagnóstico diferencial, além de enfatizar a necessidade de suporte terapêutico com hidratação e medidas de higiene como prevenção antes da prescrição desnecessária de medicamentos. REFERÊNCIAS 1. AMANTÉA, Sérgio Luís. Bronquiolite viral aguda. Burns DAR, Júnior DC, Silva LR, Borges WG, Blank D. Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, v. 4, p. 1720-29, 2017. 2. ANGURANA, Suresh K.; WILLIAMS, Vijai; TAKIA, Lalit. Acute Viral Bronchiolitis: A Narrative Review. Journal of Pediatric Intensive Care, 2 set. 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1055/s-0040-1715852. Acesso em: 2 jul. 2024. 3. BARON, Jeffrey; EL-CHAAR, Gladys. Hypertonic Saline for the Treatment of Bronchiolitis in Infants and Young Children: A Critical Review of the Literature. The Journal of Pediatric Pharmacology and Therapeutics, v. 21, n. 1, p. 7-26, 1 jan. 2016. Disponível em: https://doi.org/10.5863/1551-6776-21.1.7. 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Nebulised hypertonic saline inhalations do not shorten Bronquiolite Viral Aguda: Um Panorama Completo da Definição, Epidemiologia, Fisiopatologia, Sintomas, Tratamento e Desfecho Andrade et. al. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences Volume 6, Issue 7 (2024), Page 2430-2442. hospital stays in infants with bronchiolitis. Acta Paediatrica, v. 105, n. 9, p. 1036-1038, 1 jun. 2016. Disponível em: https://doi.org/10.1111/apa.13448. Acesso em: 2 jul. 2024. 8. HON, Kam Lun et al. Respiratory syncytial virus is the most common causatives of viral bronchiolitis in young children: An updated Review. Current Pediatric Reviews, v. 18, 10 ago. 2022. Disponível em: https://doi.org/10.2174/1573396318666220810161945. Acesso em: 2 jul. 2024. 9. JARTTI, Tuomas et al. Bronchiolitis needs a revisit: Distinguishing between virus entities and their treatments. Allergy, v. 74, n. 1, p. 40-52, 25 nov. 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1111/all.13624. Acesso em: 2 jul. 2024. 10. 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Tratamento da obesidade infanto-juvenil individualmente
Tratamento de asma individualmente
Tratamento de diarréia individualmente
Tratamento de doenças infecciosas em pediatria individualmente
Tratamento de doenças inflamatórias intestinais individualmente
Tratamento de refluxo gastroesofágico em crianças e adolescentes individualmente
Tratamento do TDAH individualmente
Tratamento para autismo individualmente
Tratamento para seletividade alimentar infantil individualmente
Vacinação infantil individualmente
Puericultura de alto risco individualmente
Pediatria com enfoque em psiquiatria infantil individualmente
Liberação esportiva infantil individualmente
Acompanhamento de rotina (Puericultura) individualmente
Acompanhamento de transtorno de TDAH individualmente
Acompanhamento para autismo infantil individualmente
Atendimento a crianças e adolescentes com TEA e TDAH individualmente
Atendimento em puericultura individualmente
Atestado para atividade física infantil individualmente
Consulta de puericultura (prevenção de doença, promoção de saúde e avaliação do crescimento e desenvolvimento) individualmente
Consulta de seguimento 300 BRL
Diagnóstico e tratamento de TDAH individualmente
Teleconsulta 400 BRL

Opiniões dos pacientes

Perfeita, confio de olhos fechados. Tira todas as dúvidas , clara e educada, atenciosa com o bebe , vê tudo que é preciso em uma consulta.
Paciente
Paciente
Excelente profissional, muito atenciosa durante todo o atendimento.
Paciente
Paciente
Excelente profissional,eu adorei . Muito obrigada Pela atenção
Paciente
Paciente
Profissionalismo incrível, atenciosa.. gostei muito
Paciente
Paciente
Doutora super atenciosa , uma ótima pediatra .me ajudou muito em tudo que precisei com muita atenção.
Paciente
Paciente
Excelente atendimento. Examina cuidadosamente, solicita todos os exames necessários. Muito assertiva no atendimento.
Paciente
Paciente
Médica muito atenciosa e educada, explica tudo muito detalhadamente!!!
Paciente
Paciente
Otma pediatra , comunicativa atenciosa, poderia atender todos os dias
Paciente
Paciente
Ela é super atenciosa e cuidadosa. Uma das melhores profissionais que já encontrei neste segmento.
Paciente
Paciente
Otima médica ela atende minha filha ela gosta muito da Dra também
Paciente
Paciente
Profissional super atenciosa, explica tudo muito bem.
Paciente
Paciente
Dr. Muito atenciosa e delicada com os meus filhos. Explica tudo muito bem . Adoro ir nas consultas de retorno da minha bebê e tirar todas as minha dúvidas com ela .
Paciente
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Muito atenciosa, bem precisa nas prescrições! Nao deixa a gente com dúvidas e muito amorosa com as crianças.
Paciente
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